Estúdios Produsom
Editora Discográfica

ESTÚDIOS PRODUSOM VISEU

Apresentação
Com o objectivo de ajudar a difundir a música, a Editora P.J.S.L e o Estúdio Produsom dirige-se a V.Ex.as, apresentando os seus serviços e disponibilidade.
Por experiência própria sabemos que muitos espectáculos e eventos difusores da nossa cultura musical são esquecidos por falta de registo. Deste modo, disponibilizamos uma equipa dinâmica e altamente qualificada em produções musicais, assim como profissionais especializados nas áreas de gravação em Estúdio, gravação ao vivo, reprodução e edição de K7s, CDs, AUDIO, DVD, VINIL e CDR.

Temos, igualmente, consciência dos elevados custos, que um grupo necessita de dispor para gravar num estúdio, pelo que estamos aptos a fazer essa gravação em Viseu, com um espaço de 100 m2 para gravação (captação, masterização e edição) de: Grupos Música alternativa, (moderna, Pop, rock, Funk, Jazz, etc.) Bandas Filarmónicas, Orquestras Sinfónicas, Orquestras Ligeiras, Ranchos Folclóricos, Tunas, Coros, etc. Informamos ainda que estamos aptos a fazer gravações no exterior em qualquer parte do País, desde que seja feito um estudo acústico aos possíveis espaços de gravação, aconselhado pela nossa Equipa Técnica.
Somos exigentes com as actividades que desenvolvemos. Mantemos por isso, um rigoroso controlo de qualidade em todos os trabalhos que executamos aliado a preços atractivos e concorrenciais.

Associação Fonográfica Independente
Associação Fonográfica Portuguesa

TABELA DE VENDAS EM PORTUGAL:

CDS vendidos a partir de 10.000 unidades= disco de prata
CDS vendidos a partir de 20.000 unidades= disco de ouro
CDS vendidos a partir de 40.000 unidades= disco de platina

Equipamento profissional Estúdio

PROCESSO DE GRAVAÇÃO
Possibilidades de gravação a 24bits.
01-Mesa de mistura GHOST Soundcraft 32 canais com automação e midi.
01-Ghost meter Meterbridge 32 canais.
01-Gravador Fostex D.160- 24- pistas digital recorder.
01-Gravador Fostex D.108- 16- pistas digital recorder.
01-Gravador Fostex Dat D.5.
01-Gravador de CDs Marantz CDR630.

PROCESSADORES DE EFEITOS

01-Processador de efeitos guit.GNX3 Digitech
01-Processador de efeitos guit.BNX3 Digitech
01-Processador de efeitos Lexicom MPX1.
01-Processador de efeitos Yamaha REV500.
01-Processador de efeitos Alesis Studio Prof.
01-Processador de efeitos Roland Reverb.
02-Módulos de sons Roland JV2080.
01-Digiteck Vocalist MHMS5.
02-Pré-amplificador a válvulas profissional-ART-Pro MPA
01-Pré-amplificador a válvulas DBX 386.
01-Processador auto tuning Antares ATR1.
01-Express XT Motu midi interface 8x16 canais.
01-Pré amplificador valvulas Art. DUAL MP.
01-Controlador midi MRC4 Lexicom
01-Corrector de fase Behringer.
01-Gate Mulitcom Behringer.
01-Compressor Behringer.
01-Limitador Behringer.
01-Processador Behringer Mulicom.
01-Cibermix automação MX8000 Behringer.
01-Patch bay Behringer.
01-Amplificador Line 6 Flextone II Plus
01-Amplificador Roland SRA50.
01-Amplificador Yamaha A100S.
01-Amplificador linear de estúdio Art SLA1
02-Colunas Studio Spirit Absolut 0.
02-Colunas ART Monitor de estúdio SLM1
02-Colunas Studio Bi-Ampl. Genelec 1031 A.
10-Auscultadores AKG Prof.
12-Suportes De microfone Byerdinamics com mola.

HARDWARE & DRIVERS
02-Motu 896
01-Placa Pulsar Mastering quality audio board mmport 265 pistas.
01-Programa VST Cubase SX
01-Programa profissional NUENDO 3.0
01-Programa Sound Forge.
01-Programa WAVELAB3.0.

MICROFONES
02-Audio-technica At4033.
01-Rhode NT1
01-Behringer B-2
01-CMH-D-Condensador
02-Audio-technica AT-3527.
02-Audio-technica AT-4040.
01-Byerdynamic MCE90.
01-Byerdinamic OPUS 81.
01.Byerdinamic OPUS 83
01-KIT Byerdinamic prof bateria com sete microfones e suspensões.
02-Shure SM-58.
01-Shure Beta 52.
01-Shure Beta 87A
01-Shure Beta 91
02-Shure SM 57
Cabos profissionais KLOTZ Studio

Instrumentos musicais disponíveis no Estúdio
01-Bateria Premier Artist Birch.
01-Conjunto de pratos Sabian Studio.
01-Sintetizador Roland JP 8000.
01-Orgão Roland G70
01-Guitarra elect. Gibson Classics.
01-Baixo Yamaha 5 cordas.
01-Baixo JP freteless 4 cordas.
01-Guitarra clássica Alhambra 5P.
01-Par de Bongós Raul Brasil.
01-Par de Congas Raul Brasil.
01-Combo de baixo Hughes&Kettner 500W
01-Combo de guit. Hughes&Kettner 200W.
01-Combo Roland DB 500 com efeitos.
01-Jogo de sinos Raul Brasil.
01-Tarola Picolo Raul
01-Shaker
01-Par de timbales sonnor
01-Guitarra Fado Lisboa
01-Guitarra fado Coimbra
01-Bandolim luxo
01-Acordeão 120 baixos Crucianelli
05-Adufes artesanais Monsanto.
01-Guitarra Braguesa artesanal.
03-Cavaquinho artesanal.
01-Banjo trompete.
01-Banjolim.
01-Gaita de foles Viana do Castelo.
01-Trompete B&C.
01-Sax tenor B&C.
01-Sax soprano B&C.
01-Sax alto Yamaha.
01-Trombone de varas Yamaha.
01-Flauta transversal.


Estúdios Produsom
OCUPAÇÃO DE ESTÚDIO
TABELA DE PREÇOS

Gravação, mistura, masterização ou edição audio...hora sessão.......................................................caso a caso = ?
Sábados, Domingos ou feriado hora sessão........consulte-nos ?
Audições, montagens e cópias hora sessão.............= 25 euros

O Estúdio Produsom pode orçamentar qualquer tipo de produção

GRAVAÇÕES EM EXTERIOR
- As deslocações ou custos serão a cargo do cliente.
- Montagem/ de equipamentos e gravação (por hora ou sessão sessão) ......................................................consulte-nos ?
- A taxa a aplicar por cada trabalho em exterior.......................................................consulte-nos ?
- Sábados domingos ou feriados.......................consulte-nos ?

ESTÚDIO NÃO PODE SER RESPONSABILIZADO POR PREJUIZOS CAUSADOS
- Falta de energia eléctrica.
- Avarias de material ocorridas durante as sessões de utilização.
- Outros motivos cuja causa não possa ser imputada ao Estúdio ou pessoal em serviço.
- Cancelamento e /ou adiamento da reserva, com aviso prévio de 48h antecedência.
Após a mistura as gravações serão conservadas apenas pelo período de 15 dias, salvo quando Cliente solicitar a sua compra, ou a sua manutenção em regime de aluguer.
As reservas de Estúdio são aceites por períodos mínimos de 3 h, a não comparência sem aviso prévio, feito com 48h de antecedência, implica o pagamento integral do período reservado.
O pagamento deverá ser efectuado da seguinte forma, 50% do valor calculado antes de iniciar a gravação e o restante na entrega do material gravado,
A tabela de preços poderá ser alterada sem aviso prévio.
A utilização de instrumentos existentes no Estúdio implica um pagamento, ou aluguer calculado na base da Sessão.
Os arranjos musicais ou orquestrações são da responsabilidade do produtor.
Qualquer informação sobre assuntos de composição serão debatidos com os autores.
Qualquer trabalho poderá ser editado, em cassete ou compact disc, pela Editora P.J.S.L. caso cheguem a um acordo.
Os preços em cima referidos podem ser alterados sem prévio aviso.

O Estúdio possui tratamento e isolamento acústico do mais alto nível.
Possibilidade de trabalhar 24 horas por dia.
Ar condicionado.
Cabos multicores.
Sofás, cadeiras, stands para instrumentos, etc.
Espaço para descanso.
Uma bela paisagem urbana.
Possibilidade de ligação de qualquer rack de material exterior:
01-Patch para inserts
01-Patch para processo de sinal
01-Patch para Gravadores
01-Patch in, out da mesa
01-Patch para acesso das salas de captação.

___________________________

10-DICAS PARA ORGANIZAR UMA PRODUÇÃO EM ESTÚDIO

Muita gente procura consultar sobre os caminhos que levam ao final feliz de uma produção independente. São perguntas sobre estúdio, editoras, distribuição, etc. Eu procuro esclarecer na medida da minha experiência. Reunindo as dúvidas mais frequentes, preparei dez dicas (poderiam ser vinte ou trinta) para ajudar quem se aventura a gravar o seu próprio trabalho.

1-Filosofia e planeamento
Para gastar o mínimo e ter o máximo de resultado é muito importante ter em mente o estilo do disco que se vai fazer. Um planeamento detalhado evita por exemplo que se grave algo que depois será dispensado ou que tenha que se refazer uma base porque ficou fora do clima. O que não adianta também é delirar. Começar por gastar muito e ficar a meio do caminho. O melhor disco é aquele que se consegue fazer até ao fim.

2-Um produtor ou director de estúdio.
Principalmente quando as pessoas envolvidas no projecto não têm experiência em estúdio, é melhor contratar um produtor mesmo que seja apenas para fazer a direcção da gravação. Pode parecer estranho mas tendo-se um director de estúdio gasta-se menos tempo e ganha-se na qualidade.

3-Escolha do repertório
É um dos pontos que às vezes o pessoal mais novo falha, principalmente os que não são compositores. Um disco independente deve ter os direitos dos Autores legalizados.

4-Escolha do estúdio
Existe uma falsa impressão de que como existem muitos estúdios hoje em dia, as opções para gravar bem também aumentaram. Não é bem assim. A maior parte dos estúdios caseiros (home studios) não têm condições de trabalho e só servem para uma gravação que não envolva nada ou quase nada de som acústico. Faltam microfones de qualidade, pré-amplificadores e muitas vezes é usado um sistema de gravação não profissional. Para quem vai fazer um disco acústico é fundamental que o estúdio tenha uma sala de gravação com acústica razoável. Isso vai fazer o trabalho andar mais rápido. Tente, mandar antecipadamente o plano de gravação para poupar tempo de organização no estúdio, enfim faça o seu investimento valer em qualidade.

5-Ensaios com o produtor
Se tem hipótese de ensaiar na presença do director do estúdio será óptimo. A partir do ensaio ele fará um plano eficaz para a gravação. Em caso contrário procure chamar gente experiente com gravações no estilo.

6- Resolvendo na hora
Tente resolver o máximo das questões de timbre na hora em que está a gravar.

7-Média de monitores
Ouça sua mistura em casa muitas vezes e em outros lugares que esteja acostumado a ouvir música. A média de resultados pode ajudar a decidir a mistura.

8-Capa
Normalmente quando chega esta etapa o dinheiro já acabou ou está escasso. Isso ajuda a explicar a grande quantidade de capas medonhas dos discos independentes. Não adianta caprichar no som fazer uma capa horrível. Chame um designer gráfico, faça fotos com um profissional. O investimento vale a pena.

9-Venda directa, distribuição ou licença
Existem basicamente três opções para um CD independente. Se você tem um universo menor de alcance, a venda directa é a melhor opção.

10-Promoção no mercado
Vocês já devem ter reparado que um disco lançado com uma boa promoção de mercado, coloca realmente o artista no mercado.

COMUNICAÇÃO TÉCNICA PROFISSIONAL

Fases de produção de um CD Musical

Fase 01: Criação
Fase 02: Arranjos Musicais
Fase 03: Ensaios
Fase 04: Gravação
Fase 05: Mistura
Fase 06: Audição
Fase 07: Masterização
Fase 08: Registo e Legalização
Fase 09: Fabricação
Fase 10:Distribuição

.Conclusão
.Referências

Neste Trabalho estão descritas, de forma simples, as principais etapas que um músico tem que completar para que se possa colocar um CD musical no mercado, ao alcance dos consumidores.

INTRODUÇÃO

Pretende-se com este trabalho dar a conhecer a potenciais interessados, as principais etapas necessárias à produção completa de um CD musical. Cada uma das etapas é descrita de forma simples, evitando o uso de termos demasiadamente específicos.
Por vezes ouvimos dizer que é fácil viver na indústria discográfica. Talvez. O pior é chegar lá.
Para que se torne possível, terá que criar algumas músicas e fazer-lhes os arranjos.
Depois terá de ensaiá-las até se achar o ponto para gravar em estúdio. No Estúdio terá que gravá-las e misturá-las da melhor forma possível, fazendo uma boa gestão do tempo utilizado. Tem depois que se certificar que o produto é correctamente reproduzido em sistemas diferentes, para que possa passar à fase de masterização.
Depois é só registar as músicas, obter uma licença para duplicação e comercialização , fazer a capa e incumbir a uma fábrica a fabricação dos CDs. No final faz-se um acordo com uma empresa de distribuição e o CD chega aos consumidores.

PODE PARECER FÁCIL, MAS O QUE É CERTO É QUE A GRANDE MAIORIA DOS MÚSICOS NÃO CHEGA SEQUER A GRAVAR EM ESTÚDIO.


Fases de Produção de Um CD Musical

Começamos, então, pela primeira fase: a de Criação
Durante esta fase, o músico ou os músicos compõem uma melodia, geralmente acompanhada de acordes básicos, que constituem o primeiro arranjo musical. Apenas se pretende construir a base da música. Geralmente, e se a música não for instrumental, escreve-se também uma letra para acompanhar a melodia. Não há qualquer regra que defina o que deve ser feito primeiro. Ficará ao critério do autor criar primeiro, a letra, ou a música.
De seguida passamos à fase de Arranjos Musicais em que o autor, através do uso de instrumentos, de frases musicais de acompanhamentos e acordes próprios de cada estilo, procura “enquadrar” a sua música dentro do estilo musical pretendido. É claro que, muitas vezes, surgem estilos completamente novos, fruto da criatividade de cada autor.
Pode-se ainda acrescentar que os efeitos sonoros têm cada vez mais influência na definição de um estilo musical. Como por exemplo temos o Rock actual cujo som não podemos dissociar de uma guitarra eléctrica ligada a um pedal de distorção ou overdrive. A utilização de efeitos permite ainda criar ambientes e texturas sonoras impossíveis de alcançar anteriormente.

O passo seguinte são os Ensaios. Nesta fase o músico ou a banda procuram interiorizar a música de tal forma que esta fique dominada ( e até decorada ). Reduz-se ainda assim a possibilidade de enganos em estúdio, quer em concertos ao vivo, ao mesmo tempo que surgirão novas ideias que poderão completar ainda mais o arranjo musical, fruto dessa familiarização com a música.
Esta fase revelar-se-á muito importante no estúdio, uma vez que é um ambiente onde o músico está sujeito a diversas pressões que podem influenciar o seu desempenho, caso não esteja seguro. Esta segurança só poderá conseguir com ensaios.
Passa-se então à etapa seguinte: A Gravação em estúdio.
Embora os chamados home studios cada vez mais em voga, com a descida de preços de material informático, os melhores resultados, sobretudo para bandas, são conseguidos num verdadeiro estúdio, onde as condições tanto acústicas como tecnológicas são francamente melhores.
Nesta fase é conveniente, se não houver dinheiro para um produtor, definir um orientador que diga que fica bem e o que não fica e que no final, se encarregue da mistura. Poderá ser o encarregado do estúdio ou um dos músicos. Pretende-se com esta medida, aproveitar o tempo da melhor forma.
Em estúdio, no caso de uma banda começa-se por gravar primeiro a bateria, que irá servir de orientação rítmica para os outros músicos que vão gravar depois. A gravação é feita, regra geral, individualmente. Se o estúdio for grande e tiver condições para isolar acusticamente, que é o caso, poder-se-á pensar em gravar tudo ao mesmo tempo, uma vez que cada instrumento irá para uma pista diferente. Nunca se deverá gravar, por exemplo, duas vozes ao mesmo tempo com o mesmo microfone, porque irá dificultar a mistura e, no caso de um dos cantores se enganar, ambos terão de repetir o take (gravação).
Em estúdio surgem, geralmente, ideias novas, porque há mais material para trabalhar e haverá sempre alguém com mais experiência de aconselhar. As músicas tendem, por isso, a ficar mais ricas.

A etapa seguinte é a Mistura. Esta é já uma etapa final da gravação. Aqui acertam-se os níveis sonoros e os panorâmicos de cada pista gravada. É também feita a equalização de cada uma das pistas e a aplicação de efeitos aos instrumentos.
Antes de começar e sempre que necessário, devem ouvir-se CDs bem conhecidos e bem gravados no sistema de reprodução do estúdio, que servirão de referência e comparação para a mistura que se irá efectuar.
Com a panorâmica podem criar-se verdadeiros ambientes sonoros, se a eles juntarmos a utilização de efeitos. Dando um exemplo simplista, se tiver uma gravação de uma orquestra em que os violinos estavam à frente e à direita e os contrabaixos atrás à esquerda, deve-se na mistura ajustar a panorâmica dos violinos para a direita e aplicar pouco ou nenhum reverb e, nos contrabaixos, ajustar a panorâmica para esquerda, aplicando uma boa quantidade de reverb. Assim, quem ouvir a gravação ouve uma aproximação daquilo que ouviria, caso estivesse em frente da orquestra.
Quanto à equalização, deverá ser feita pista-a-pista, ajustando graves, médios e agudos para cada um individualmente e, no final deverá ser feita uma equalização ouvindo todas as pistas ao mesmo tempo. Durante esta fase, para não “borrar” o som, é por vezes melhor reduzir do que aumentar. Por exemplo, se o som de uma guitarra tiver poucos baixos deve primeiro tentar reduzir-se nos agudos e não aumentar os baixos.
Durante esta fase de mistura surgem normalmente muitas ideias que poderão conduzir a uma grande modificação no produto final.
Após a fase de mistura há que passar à fase de Audição e avaliação das músicas gravadas e misturadas. Como cada sistema de reprodução tem as suas características muito próprias, é natural que uma gravação tenha ficado óptima no estúdio vá soar diferente numa outra aparelhagem. Assim, a gravação deverá ser ouvida no maior número de sistemas possível e corrigida no estúdio, sempre que necessário, até se encontrar uma mistura que soe o melhor possível em todo o lado.


PASSA-SE ENTÃO À FABRICAÇÃO.

Qualquer CD em comercialização tem uma capa (salvo raras excepções). Esta, depois de concebida e elaborada, deverá ser entregue numa disquete, juntamente com o master, ou uma cópia desta, à fábrica que se irá encarregar da duplicação dos CDs. Os CDs copiados na fábrica são prensados e não gravados a laser, como acontece com os gravadores de CD-R O preço de um CD prensado é mais baixo do que um CD-R.


NO FINAL VEM A FASE DE DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO.

Para que haja certeza de que o Cd chega a toda a gente, é feito um acordo com uma empresa de distribuição. É claro que sai muito mais caro do que se fosse os próprios músicos a faze-la, mas as probabilidades de sucesso também são muito maiores.
Por fim, o produto chega às rádios e às discotecas e começa a promoção do CD, que é feita a inúmeras formas, como por exemplo: concertos ao vivo. Televisão. Rádios etc.


CONCLUSÃO

É certo que à partida, a produção de um CD musical parece uma tarefa fácil, mas é na realidade algo difícil e demoroso. Envolve grandes esforços físicos, mentais e financeiros da parte dos músicos, que nem sempre vêm o seu trabalho ser acreditado. Se a isto aliarmos o facto de que, na indústria musical da actualidade, os interesses económicos falam mais alto do que o talento dos músicos, verificamos que a grande maioria dos músicos nem sequer consegue chegar ao primeiro patamar da produção de um CD: à fase de gravação.
É então uma indústria na qual será mais ou menos fácil sobreviver, mas que é muito difícil de atingir. Esperamos que o futuro nos reserve mais facilidades e mais apoios nesse sentido.

Quando já se encontrou a mistura perfeita, passa-se à etapa seguinte: Masterização
Nesta fase, basicamente, trabalha-se já com as músicas no seu todo e não com as pistas individuais. Ajustam-se os níveis de maneira óptima para que não haja nem ruído, nem distorção. Uma gravação muito baixa irá concerteza deixar “transparecer” ruído, enquanto que uma gravação além dos limites irá ficar distorcida.
Durante esta fase é também feita uma equalização final, mais minuciosa de cada uma das músicas.
Mas antes de se passar à fabricação, temos ainda uma outra fase: a de Legalização.
Para que o músico possa dormir descansado, certo de que ninguém lhe vai roubar o direito às suas músicas, tem que registar cada uma delas num organismo competente.
Em Portugal, quem trata da segurança dos autores é a SPA (Sociedade Portuguesa de Autores).
É Também a SPA que concede licença para duplicação e comercialização do CD, depois de verificar que o produto não viola os direitos de outros autores já registados.


COMUNICAÇÃO TÉCNICA PROFISSIONAL

Gravação e produção de CD Musical

Este trabalho foi elaborado por Paulo Lima
Quinta Sto Estevão lote 27 loja E 3510-Viseu
Tf: 232415558 ou Tm: 963069024


Produção Musical
Organização da gravação de um CD

Depois de termos planeado toda a pré-produção, chega o tão esperado dia em que se iniciam de facto as gravações.

Produção
As etapas de produção em Estúdio são: Gravação, mistura e masterização.
Para o bom começo de uma produção, devem ser tomadas algumas medidas: escolha uma das músicas de um bom CD, que sirva como referência sonora para o seu trabalho, ouça atentamente na sala de técnica do estúdio, junto com o Técnico de gravação. Nessa reunião inicial é muito importante perceber auditivamente os graves, médios e agudos nas colunas do Estúdio e no local (Régie) pois será o seu principal local de trabalho.
Além disso, é essencial definir as formas, os cronogramas e a sonoridade que se pretende atingir.
Essas definições são fundamentais pois os profissionais dos Estúdios estão acostumados a gravar vários estilos, desde o erudito até ao heavy metal: portanto é preciso estabelecer muito bem os objectivos para que o produtor, artista e Técnico falem a mesma linguagem.

Gravação

No final de cada sessão de gravação pode pedir uma cópia em CD, MD ou cassete das músicas gravadas para ouvir em casa, no carro ou em outro lugar, de modo a ir tirando as com conclusões necessárias sobre a produção.
Cada produção é um caso à parte e pode ser feita de várias formas. Não existe regra, mas há alguns conceitos básicos que devem ser sempre seguidos.

Sonoridade dos instrumentos

Tanto o técnico como o produtor precisam de estar muito atentos com a qualidade do som, isto é a captação dos instrumentos, seja em linha (plug) ou em microfone.
Deve observar não somente se o som está bom, mas também o equilíbrio da sonoridade. Por exemplo, numa gravação de viola se o músico estiver a usar a tessitura inteira(todas as notas do instrumento), o ideal é que todas as notas estejam equilibradas, mas se for um solo em que se usam mais as notas agudas, a importância deve recair sobre essa região (ocorre o mesmo para todos os instrumentos).

Afinação

O instrumento deve estar sempre afinado, para isso existem afinadores electrónicos que precisam estar sempre à disposição para conferir quando for necessário. Para os Instrumentos de afinação fixa, como o vibrafone, acordeão a marimba, etc é importante saber qual é a afinação usada (440, 441, 442).

Precisão rítmica

Durante a produção e principalmente no início toda a atenção tem que estar virada para a execução rítmica dos instrumentos.
Na maioria dos casos, o metrónomo resolve o problema, mas de nada adianta utilizá-lo se não o respeitarmos, principalmente nas secções rítmicas (bateria e percussão). A base rítmica deve ser sincronizada com o clique do metrónomo.
Para verificarmos a sincronia rítmica do clique do metrónomo, depois da gravação ouvimos o clique e o instrumento rítmico bem alto, deixamos a voz, a viola e outros, com o volume mais baixo.

Arranjos

O compositor é responsável pela “cara” da música, isto é como vão ser tocados os instrumentos, é imprescindível a boa comunicação para que o Técnico, Músico, Produtor e o Compositor trabalhem juntos visando um só objectivo.
É preciso que o Músico entenda a ideia do Compositor e do Produtor, assim acrescentará o seu talento ao arranjo. Quando isto acontece, o resultado é sempre bom.

Produção

A conduta da produção desde a pré – produção até à masterização, influência quase sempre o produto final, tanto no aspecto técnico como no artístico. É por estes motivos que as decisões e todas as questões são resolvidas pelo produtor em cada etapa da gravação. Existe ainda o lado humano, na produção musical o sentimento é muito importante, o que requer que o Produtor tenha participação activa. Por exemplo, às vezes não se consegue um bom take (gravação pista de música), neste caso um curto intervalo pode ajudar, o trabalho de estúdio é muito cansativo e exige muita concentração.
O Produtor deve controlar os aspectos técnicos, artísticos e humanos em todas as sessões do trabalho, além disso muitas das vezes terá que tomar decisões polémicas com objectividade.
Depois destas etapas, vem a mistura e a masterização, que são trabalhos mais técnicos; no entanto em nenhum momento se pode deixar de prevalecer a música, a interpretação e tudo que foi feito artisticamente.

Mistura

Como o próprio nome diz é misturar, juntar todos os instrumentos e vozes ao mesmo tempo. Na gravação são usados vários canais: do canal 1 ao 16 do 16 ao 32 etc.
Em mistura estéreo, que é a mais utilizada para a gravação de CD, todos os instrumentos devem actuar no máximo em dois canais (estéreo). Quando falamos em estéreo é preciso pensar numa imagem estéreo, o que é isto?
Sentados de frente a duas colunas acústicas, temos o lado esquerdo, o direito, o centro e também todos os pontos entre o esquerdo e o direito. Existe também a profundidade, ou seja, o som de um determinado instrumento pode estar na frente ou atrás. Como experiência ouve um CD bem ao meio das colunas acústicas e tenta observar de olhos fechados todos esses pontos e repara todas as sensações que uma boa mistura oferece.
Os principais parâmetros são: Pan, Volume, Equalização, Efeitos, Ouvido Tempo.

Pan

Define em que lado são colocados os instrumentos.
Na mistura é importante ter um pan balanceado. Não deve “pesar” em nenhum dos lados e assim, em geral, os graves ficam ao centro ou próximo do centro.
Quando há dois instrumentos harmónicos a tocarem a mesma harmonia é prudente inverter o pan de ambos. Por exemplo, a primeira guitarra um pouco para a esquerda e a segunda guitarra um pouco para a direita.

Volume

O nível do volume é muito importante. Normalmente a voz fica na frente e os instrumentos ficam noutro plano.
Para iniciar bem uma mistura, deve-se começar com um instrumento que faça a base da música , bateria, percussão o piano ou a viola em certos casos e ir aumentando cuidadosamente.
Cada mistura é diferente da outra.

Equalização

É onde se timbram os instrumentos deixando-os mais graves, agudos ou médios. Muitas vezes, na mistura o mais importante é o instrumento soar bem junto de outros, portanto , ouve sempre os instrumentos juntos para tirares uma conclusão durante a mistura.

Efeitos

São os efeitos que provocam a sensação de profundidade na mistura. Reverb, Chorus, Flange e Delay são normalmente os mais usados, mas há milhares deles.

Ouvido

Este é o principal instrumento a ser usado, pois é dele que tiramos todas as sensações. Procurem sempre esquecer a parte técnica, no acto das audições é preciso que a música soe bem e que ouçam todos os instrumentos. Caso isto não aconteça, parem algum tempo para descansar e recomecem num outro dia. Provavelmente essa música já soará de forma diferente, analisem sempre tudo ao pormenor.

Tempo

Para uma boa mistura o tempo é fundamental, requerendo pelo menos duas horas por música (tema); menos que isso, só em raras excepções. Em alguns casos, o tempo pode chegar a oito horas ou até mais.
Depois de feita a mistura das músicas é prudente gravar um CD e levá-lo para ouvir com cuidado todas as músicas, aproveita escolhe a ordem dos temas e certifica de que não há mais nada a fazer. Caso haja algo a fazer, não desesperes é normal faz parte do processo. O importante antes de masterizar é ter a certeza de que não há mais alterações nas misturas dos temas.

Masterização

A masterização é o processo mais técnico da produção. Nessa etapa é que se colocam as músicas na ordem, verifica-se o espaço entre elas, ajustam-se os fades de entrada e saída e o mais importante é o som, tem que haver comparação com a fonte original ( DAT, CD, etc.) com a masterização o som das músicas não podem piorar, mas sim melhorar.
Para que o volume do CD seja bom é necessário utilizar compressores e equalizadores para chegar ao resultado sonoro ideal; mas é preciso ter muito cuidado para não alterar a dinâmica da música.
Depois de concluída esta etapa escutem todos uma vez o CD masterizado, que vai ser enviado para a fábrica para terem a certeza absoluta que o produto está finalizado
Este trabalho foi elaborado por Paulo Lima
Telef:+351 232415558 ou tem: 963069024

Estúdios Produsom
Ota Sto Estêvão Lt. 27 Loja E
3510-191 Viseu Portugal
Contacto: +351 232415558 telm (s) 963069024
Estúdios Produsom Viseu
O Estúdio

O Estúdio Produsom! Foi concebido aliando a mais recente tecnologia a uma estética extremamente agradável. O Estúdio é composto por régie, duas salas de captação uma sala de ensaio, com um mini bar e máquina de café. Estamos assim perante um espaço que devido às suas condições (acústicas, técnicas e funcionais), proporcionar-lhe-á uma gravação de extrema qualidade, qualquer que seja o seu estilo musical.

Salas de gravação

O Estúdio está munido com duas salas de captação com características distintas.

Sala 1 - Essencialmente vocacionada para captação de voz, devido ao nível baixo de reverberação.

Sala 2 - Dada a sua configuração esta pode ser considerada uma sala mista , pois engloba dois ambientes acústicos distintos. Um ambiente reverberante com painéis em cerâmica (Ceraflector) calculados para o espaço em questão, ideal para captação de instrumentos acústicos e um ambiente pouco reverberante para captação de instrumentos eléctricos.
Estão criadas as condições ideais para a captação de qualquer instrumento, visto esta ser uma parte essencial para a criação de um excelente trabalho.

Régie

A régie do Estúdio tem uma sala ampla e acolhedora com piso em madeira e tratamento acústico de superior qualidade com painéis (ceraflector e convexabsorver) munida de ar condicionado, revestida a alcatifa Premium e madeira, fazendo-se a comunicação visual através de janelas com dimensões alargadas. O estúdio tem equipamento de recente tecnologia digital e possibilidades de gravação analógica, compatível com qualquer material que queiram utilizar ligando aos patchs profissionais do Estúdio.

Qualquer trabalho poderá ser editado em DVD - CD ROM- CD AUDIO - K7 – VINIL - CDR pela EDITORA P.J.S.L
Estúdios Produsom
Ota Sto Estêvão Lt. 27 Loja E
3510-191 Viseu Portugal
Contacto: +351 232415558 telm (s) 963069024
E-mails: Site:www.estudioprodusom.com

________________________________________________


Das 09H00 às 24.00H
Marcações apenas por telefone a partir das 09H30m
Preços
Sem Contrato
• Banda até 5 elementos: 2,50€/hora por elemento
• Banda com 6 a 7 elementos: 10€/hora por banda
• Banda com mais 7 elementos: 12,5€/hora por banda
Preços especiais para bandas com várias horas por semana ou mais de 5 elementos
Condição de contrato
• Ensaios obrigatórios mínimos de 2h semanais
• Bandas com mais de 3 elementos
• Ter 4 semanas de utilização das instalações antes da realização do contrato
• Pagamento na totalidade no 1º ensaio de cada mês
• Obrigatório registar o contacto de todos os elementos da banda
Regulamento
A gerência reserva sempre o direito de admissão mediante o grau de assiduidade e comportamento, adequados à qualidade dos estúdios.

mais informações:
WWW.ESTUDIOPRODUSOM.COM

|  Localização  |  Montra  |  Promoções  |

 

| Cartões Digitais das Empresas |

         

© 2000 Estúdio Virtual, Lda. • Todos os direitos reservados.
Todas as notícias e divulgações são da responsabilidade dos autores.
Site optimizado para 800x600, 24bits • Internet Explorer 5.0 Shockwave Flash
Acrescente o Portugal Business aos seus Favoritos 

Procura por:

Empresa/Instituição
 

Procura avançada

Gestão de Divulgação

Pré-Registo

Pedido de Informações

Feedback/Sugestões

• Cartões Digitais

• Notícias

• Desporto

• Economia

• Cultura

• Eventos

• Euro (Conversor online)

• Classificados

• Bolsa de Emprego

• Fórum

  

  
     

Procura por:

Nome do Cidadão

Procura Avançada

Envie-nos os seus dados.

Receba informações de promoções, notícias, novidades, etc...

Página Inicial

Página Inicial

Portugal

---Continental---

Aveiro

Beja

Braga

Bragança

Castelo Branco

Coimbra

Évora

Faro

Leiria

Lisboa

Portalegre

Porto

Santarém

Setúbal

V. do Castelo

Vila Real

Viseu

------Ilhas------

A. do Heroísmo

Horta

Ponta Delgada

Funchal